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  • "As redes sociais passaram completamente ao lado" de Brigitte Bardot e professora que captou golpe militar em Myanmar

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    Esta semana Carla Quevedo tra-nos a entrevista de Brigitte Bardot à revista italiana Oggi na qual afirma que a pandemia é uma espécie de auto-regulação de uma população que é excessiva e que está a dar cabo do planeta. “Quando esses 5 mil milhões de pessoas neste planeta Terra se forem, a natureza recuperará os seus direitos", disse a atriz. Para a comentadora, tanto neste caso como no caso da professora de aeróbica que transmitiu sem querer o golpe militar durante a aula, as redes sociais estiveram completamente ao lado. Joana Marques irrita-se com as festas em tempos de pandemia. Mais concretamente de "uma tendência de não conseguir fazer uma festa sem as publicar. As pessoas querem prevaricar, mas não conseguem não partilhar. Mesmo coisas proibidas". José de Pina comenta a demissão e o regresso de Cristina Gatões ao SEF. Por fim, Luís Pedro Nunes traz-nos alguns "temas fraturantes" da sua vida doméstica.

  • Luís Pedro Nunes no Irritações: "A crise da timidez é mais preocupante do que ser 'cringe'"

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    "De coach financeiro a coach de relacionamentos. Anda-se à procura do cringe". O comentador afirma que estamos perante uma geração cada vez mais tímida e com medo do ridículo, mas "o ser cringe é sinal de que se está cá fora a fazer parvoíces. É divertimento." Com o novo confinamento, Joana Marques voltou às compras online e traz-nos 9 exemplos "da cara de enjoada das modelos das lojas online." Carla Quevedo Irrita-se com o anúncio dos Duques de Sussex sobre o seu afastamento das redes sociais. "Dramazinho frívolo porque ninguém perguntou. Já ninguém se estava a lembrar deles." Por fim, José de Pina traz-nos uma nova narrativa televisiva: as gritarias e discussões nas telenovelas. Com moderação de Pedro Boucherie Mendes, o episódio foi emitido a 15 de janeiro na SIC Radical

  • Irritações: "Punir Cavani por dizer 'gracias, negrito' é absolutamente inaceitável"

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    Carla Quevedo considera ridícula a recente punição do jogador uruguaio em três jogos e a multa em 110 mil euros por ter escrito “gracias, negrito” no Twitter - uma reação do avançado em resposta a elogios de um amigo após o jogo com o Southampton F.C. “É uma palavra que não tem nada a ver com o racismo" de que é acusado. José de Pina aponta para uma “futebolização da política” em Portugal perante a maneira como se encaram os recentes debates presidenciais. Luís Pedro Nunes irrita-se com a eleição de “saudade” como a palavra do ano de 2020: “Este mito que se criou à volta da relação dos portugueses com a saudade é veneno para a nossa sociedade.” Por fim, Joana Marques comenta algumas polémicas nas redes sociais que envolvem a série da Opto “Esperança”, nomeadamente sobre o facto de César Mourão interpretar uma viúva na casa dos 80 anos. “Temo que possa ser o fim da ficção porque tudo tem de ser literal.” Com moderação de Pedro Boucherie Mendes, o episódio foi emitido a 8 de janeiro na SIC Radical

  • Irritações: “Terminámos o ano de uma maneira fabulosa [com a vacina contra a covid-19]”

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    No primeiro programa de 2021, o painel faz uma retrospectiva das suas maiores irritações de 2020. Carla Quevedo congratula-se com a aprovação de vacinas contra a covid-19. De “fabulosa” a “fábulas”, a comentadora irrita-se que a notícia do alegado crocodilo do Nilo tenha sido pouco esmiuçada e sugere como podia ter sido usada mais vezes como metáforas. “Gostava que esta história tivesse sido mais bem aproveitada pelos negacionistas da covid, por exemplo”. José de Pina nomeia a viseira personalizada do ministro da Administração Interna Eduardo Cabrita como o “adereço covid do ano”. Do comentário sobre a PSP poder fumar ou não em serviço ao “ok boomer”, Luís Pedro Nunes revê as suas irritações de 2020. Por fim, Joana Marques traz-nos o ano em revista, segundo a Google. “A covid capturou as nossas vidas e tomou conta das nossas conversas.” Com moderação de Pedro Boucherie Mendes.

  • Carla Quevedo sobre o “pastafarianismo” em Portugal: “É uma paródia engraçada”

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    A comentadora diz estar a favor do movimento e até acha “engraçado”, mas irrita-se com a literalidade com que está a ser recebida no país dando o exemplo do cidadão português que, "para mostrar a sua crença", quis usar escorredor de massa na cabeça para a foto do Cartão de Cidadão. Joana Marques aborda a nova criatividade da restauração ao fim de semana: “todos começaram a fazer brunch, alguns bastante bizarros. Espumante e mortadela às 9h da manhã pode pegar". Já José de Pina, sobre o mesmo tema, aponta, ironicamente: "Isto é para labregos e brutos, quando é o mero 'senhor Machado'. Já se for um senhor de 3 apelidos num hotel de 5 estrelas é brunch”. O comentador considera ainda que a pandemia trouxe civilidade e que “há coisas que podem continuar assim”. Por fim, Luís Pedro Nunes irrita-se com a incapacidade das pessoas de tolerarem a existência do fenómeno dos ténis do Lidl. “Quinhentos euros no OLX. É revendido como um objeto de arte”

  • Sobre o “like” de Papa Francisco no Instagram: “Estão a cascar no homem? É humano!”

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    Carla Quevedo irrita-se com o desconhecimento total sobre a origem do contágio do novo coronavírus em Portugal e na Europa e com a reação de espanto perante o “gosto” da conta oficial de Papa Francisco no Instagram em publicação de modelo brasileira em lingerie. "A pessoa que fez like é humana". Luís Pedro Nunes diz estar “a viver na ansiedade constante porque a pandemia é amiga da incerteza” e confessa já estar a antecipar com prazer as viagens de 2025. Joana Marques traz-nos a conhecer o submundo da coleção de miniaturas do Lidl e irrita-se com anúncios de antigripais sem referências à pandemia. Por fim, José de Pina fala da dessincronia entre a ficção e a realidade nas narrativas contemporâneas. O comentador critica a adaptação [ou falta dela] da “nova realidade” ao cinema e à televisão.

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